V Imbolc do Ramo de Carvalho

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Esse ano vem trazendo muitas novidades para o Ramo de Carvalho, e o Imbolc não poderia ser uma exceção à regra. Pela primeira vez o grupo celebrou um dos grandes festivais duas vezes: uma delas apenas com o Ramo, e a outra com os nossos amigos e irmãos do Caer Itaobi, bem como outros membros da comunidade druídica paulistana. O motivo dessa segunda celebração foi a razão de tentar estreitar cada vez mais os laços da comunidade druídica paulistana. E ambas as celebrações foram especiais.

A primeira ocorreu no Horto Florestal de São Paulo, e contou com a presença de Cunobelinos, Endovelicon, Vera, Lívia, Samantha, Juliana, Késia, Monica, Celina, Flávia, Gustavo, Kléber, Jully, Daniel, Adriana, Karla, Natasha, Márcia, Lucas e Ana. Foi um ritual bastante intenso, principalmente pelas ideias e participação dos membros veteranos, que estão se mostrando cada vez mais capazes de trazer força aos ritos do Ramo de Carvalho, bem como de agir em conjunto. Um motivo de orgulho para seus instrutores. Os membros do grupo semente também colaboraram bastante, não apenas com a energia, mas também com a participação e ajudaram a criar um belíssimo altar. Era definitivamente um ritual para Bríghid, pois nunca se viram tantas crósoga em um único altar; essa turma-semente ganhou um privilégio de participar dos rituais dos veteranos, mas não há nenhum arrependimento, muito pelo contrário: está sendo uma honra contar com eles. Esse foi um ritual de renascimento, e por isso todos passaram pelo Críos Bríde, e ofertamos a Bríghid por nossa nova luz. E após isso, cuidamos da limpeza de parte do parque, como uma retribuição ao local que nos recebeu. E fomos abençoados com um lindo pôr-do-sol quando estávamos indo embora do parque.

Uma semana depois, estivemos junto aos nossos irmãos de senda druídica para celebrar o Imbolc novamente. Estavam presentes Cunobelinos, Kleber, Beansidhe, Gustavo, Karla, Flavia, Tatiane, André (do Ramo de Carvalho), João, Sheilla, Nilton (do Caer Itaobi), Marcos (do Caer Tabebuya e do Clann an Samaúma), e Guilherme (do Círculo Sagrado da Floresta); esse rito foi diferente do primeiro, uma vez que ele foi voltado para diferentes escolas e tradições druídicas, que se propuseram à integração e ao trabalho mútuo. Tudo funcionou muito bem, pois as pessoas presentes conheciam e confiavam umas nas outras, e eram amigas de longa data. Foi um ritual de renascimento, uma vez mais, e novamente passamos pelo Cinturão de Bríghid, recebemos os oráculos retirados por Sheilla. Após isso alguns membros (Cunobelinos, Guilherme, Kleber e Beansidhe) continuaram ali, no Parque da Aclimação, para celebrar a força da natureza.

O Imbolc foi abençoado, só podemos ter certeza disso. Que Bríghid das Três Chamas nos ilumine, e tenhamos força para o nosso semear.

Slán Léat!

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