V Samhain do Ramo de Carvalho

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10330377_764781513553738_5557134182994972994_nUm novo ciclo se encerra, um novo ciclo se inicia. E à porta da Estação das Brumas, para a Terra das Brumas partimos, para a 5ª Cerimônia de Samhain do Ramo de Carvalho. A nossa tribo atravessa um bom momento nesse ano, ao menos como grupo, e por isso decidimos abrir essa cerimônia ao nosso quarto grupo-semente, que compareceu em peso ao ritual. Era um momento de agradecimento, de lembranças, e de novos inícios.
E partimos então, em viagem ao nosso destino, saindo da Terra do Peixe Seco para o Lugar Onde se Vê o Mar, viajando na Grande Carruagem dos Cavalos de Ferro, atravessando campo e cidade, morro e montanha; a cidade é bem conhecida do Ramo de Carvalho, pois já obrigou a nossa tribo inúmeras vezes, com seu abrigo entre morros, suas trilhas e cachoeiras, e sua névoa tão densa. Logo chegamos à nossa hospedaria, e fomos bem recebidos pelos anfitriões. Lugar agradável, bonito, e aconchegante. Logo vimos o espaço que teríamos disponível para nossa cerimônia, e ele foi de nosso agrado. Tivemos alguns momentos de descanso, e após isso fomos almoçar; alguns que não conheciam a cidade aproveitaram para visitar esse pequeno canto abandonado pelos Britanos em meio às montanhas.
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Após um novo descanso (também rápido), nos dividimos; enquanto um grupo (principalmente as nossas Vates presentes, mas também o nosso Druiss) cuidava de preparar o lugar, os altares e os banhos purificadores, outro composto pelos Sementes, o Druiss em treinamento Glauber, e esse Bardo que vos fala, partiu em uma expedição ao recanto oculto que já nos recebeu antes, em ligação com a terra e com o som das águas caindo. Ali descansamos, rimos e nos purificamos em contato com a Terra, e gastamos algum tempo em meditação. Logo estávamos no nosso caminho de volta, acompanhando a densa névoa, tão típica da cidade.
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De volta à pousada, nos juntamos aos preparativos para o ritual. Um banho purificador com ervas foi preparado para todos, e os altares estavam prontos. Purificados e preparados, já com a noite ao nosso redor, partimos para celebrar o Samhain. Apesar da Tribo não estar completa, tivemos a energia dos Sementes ao nosso lado, que estavam um tanto inibidos com os cantos e danças, mas que participaram com sua força ao nosso lado. E homenageamos o Dagda e a Morrighan, e acendemos as chamas chamando aos nossos Ancestrais, e contemplamos o espelho do inevitável a todos nós. Depois partimos para o banquete dos Ancestrais, com boa comida e boas lendas ancestrais e histórias de fantasmas, como é o apropriado.
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Na manhã seguinte, ainda estávamos no mesmo clima; contando as mesmas histórias. Fechamos o ritual, e gastamos um tempo com os oráculos. Após isso, partimos, aproveitando um pouco ainda da história da cidade que nos acolheu. Partimos, com o coração leve, as pazes feitas com os Ancestrais, e a amizade entre a Tribo reforçada.

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